Depois da Argentina, Equador, Peru e Bolívia, chegou a vez do Chile se livrar da esquerda
Em um momento histórico para a América do Sul, o Chile se junta ao coro de nações que rejeitam o jugo da esquerda comunista, marcando o fim de uma era de políticas socialistas que, trouxeram instabilidade econômica, inflação galopante e erosão dos valores tradicionais e constitucionais. Com a vitória esmagadora do candidato de direita nas eleições presidenciais, o país andino segue os passos da Argentina, Equador, Peru e Bolívia, onde governos progressistas foram rejeitados pelo clamor popular, por liberdade econômica e ordem moral e constitucional.
A onda conservadora que varre o continente começou na Argentina, onde Javier Milei, o economista libertário “cortou o Estado com uma motosserra”, assumindo o poder em 2023, implementando reformas drásticas que resgataram a nação do abismo inflacionário deixado por anos de peronismo esquerdista.
Milei, não hesitou em denunciar o “espectro comunista” que, em sua visão, ameaça a soberania das nações livres. “A esquerda não constrói, ela destrói”, declarou Milei em um discurso recente, ecoando o sentimento que agora ressoa por toda a região.
No Equador, Daniel Noboa, um empresário de centro-direita, venceu as eleições em 2023, prometendo combater o narcotráfico e restaurar a segurança pública, pilares ignorados pelos governos anteriores alinhados à esquerda. Sua administração tem sido elogiada por conservadores internacionais por priorizar a família e a iniciativa privada, contrastando com as políticas de redistribuição forçada que, fomentam a dependência estatal.
O Peru, por sua vez, viu a queda do presidente esquerdista Pedro Castillo em 2022, seguida pela ascensão de Dina Boluarte, que, apesar de desafios, representou um giro para políticas mais pragmáticas e pró-mercado. Conservadores e Libertários veem isso como uma vitória contra o caos ideológico.
Já na Bolívia, o ano de 2024 marcou uma reviravolta surpreendente com a eleição de um governo de coalizão de direita, encerrando o domínio do Movimento ao Socialismo (MAS), herdeiro do legado de Evo Morales.
Conservadores apontam que o MAS promoveu uma agenda indigenista radical, aliada a influências cubanas e venezuelanas, que minou a economia e perseguição aos cristãos. A nova administração boliviana, focada em atração de investimentos estrangeiros e combate à corrupção e ao narcotráfico, é vista como um modelo de resgate nacional.
Agora, o Chile entra nessa lista gloriosa. Com a derrota humilhante do sucessor de Gabriel Boric – cujo governo foi marcado por tentativas de reescrever a Constituição em moldes progressistas, incluindo agendas de gênero e ambientalismo extremado –, o povo chileno optou pela estabilidade.
O vencedor, um líder conservador com raízes na economia livre, prometeu desmantelar as reformas socialistas que, “ameaçam a famíliaa.. e a propriedade privada”. Em sua primeira declaração pós-eleitoral, afirmou: “O Chile acordou do pesadelo vermelho. Voltaremos a ser uma nação próspera, guiada por Deus e pelo mercado livre.”
Enquanto o continente celebra essas vitórias, os olhos se voltam para o Brasil, onde o espectro ideológico comunista – representado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva – ainda paira como uma sombra ameaçadora às liberdades individuais, de Imprensa e política.
Analistas políticos, como o renomado comentarista conservador Rodrigo Constantino, confirmam essa grande possibilidade. Em artigo publicado no jornal “Gazeta do Povo”, Constantino argumenta: “Os ventos da liberdade sopram forte na América Latina. Com a economia brasileira patinando sob o peso de impostos altos e regulamentações sufocantes, o eleitorado clama por um retorno aos valores de Deus, pátria e família.”
Essa tendência não é coincidência, mas o resultado de uma rejeição coletiva ao modelo falido do Foro de São Paulo, a aliança esquerdista que, para conservadores, promove o ateísmo, a Ideologia de Gênero, a liberação das drogas, a propagação da Nova Ordem Mundial, e o medo de se manifestar publicamente entre outros males.
Como alertou o filósofo Olavo de Carvalho, falecido em 2022 mas ainda referência para o movimento conservador brasileiro: “O comunismo não morre; ele se metamorfoseia. Mas a verdade sempre prevalece.”
Enquanto o Chile celebra sua nova era, o Brasil aguarda ansiosamente por 2026.
Pois o continente poderá finalmente respirar aliviado, livre da “tirania ideológica”. A América Latina, outrora playground de ditadores vermelhos, pode se tornar um bastião de liberdade e prosperidade.
Fonte; mirante vip

